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Medição individual dos gastos com água gera economia e acaba com discussões

Muitos moradores da capital paulista estão prestando mais atenção na conta d\'água. Uma lei municipal determina que os novos prédios na cidade devem estar equipados para fazer a medição individual. Graças à tecnologia, as discussões sobre as despesas do condomínio estão cada vez mais raras - pelo menos parte delas. A conta de água é o segundo item que mais encarece um condomínio, mas de dois anos para cá as coisas mudaram em São Paulo. Foi quando foram instalados os programas de computador e os hidrômetros individuais. Além do clima de paz amor, a rotina mudou. “As pessoas aprenderam a fechar a torneira enquanto lavam a louça, não deixar a torneira aberta o tempo inteiro. Juntar mais roupa para lavar na máquina, não lavar de pouquinho. A redução foi mais de 30% no total”, relata Selma Barbieri, síndica de um prédio da capital. O investimento foi alto, quase R$6 mil por apartamento. Mas para Elizabeth, valeu a pena. Desde junho do ano passado, os prédios novos da cidade são obrigados por lei a fazer a medição de água individualmente. Isto já está acontecendo, não há problemas. A dificuldade é com os edifícios antigos que teriam que gastar dinheiro demais, investir muito dinheiro para fazer a adaptação. Pela lei que ainda precisa ser regulamentada, os prédios construídos antes do decreto não são obrigados a mudar nada. Há apenas uma orientação visando a economia de água, mas para o Sindicato da Habitação, o Secovi, incentivo mesmo é aquele que mexe com o bolso. “Já que é uma lei municipal, talvez tenha algum desconto de IPTU ou algum tipo de incentivo na própria conta de água, algum tipo de bonificação para quem despender esse investimento”, diz Alberto Du Plessis Filho, vice-presidente do Secovi. Fonte: SP TV


Noticia de: 03-12-2008

 

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